• QUEM SOMOS

    A DIGIVERSE ANGOLA, LDA - Soluções Técnicas e Inovadoras, é uma empresa especializada em Gestão e Administração de Condomínios, Manutenções de Equipamentos, Fiscalização de Obras e Pequenas Remodelações de espaços sejam eles Públicos ou Privados.

    Desenvolvemos a nossa actividade na área da Gestão Patrimonial, Jurídica, Serviços de Manutenção, Fiscalização, Remodelações, Jardinagem e Limpeza

     

    A DIGIVERSE ANGOLA, LDA é uma empresa que nasce para dar resposta as necessidades do mercado.

    Não nos limitamos a fazer o que nos compete, vamos ainda mais longe dando todo o apoio necessários aos nossos clientes. Prestamos assim o melhor serviço com maior conforto possível aos clientes.

  • O QUE FAZEMOS

    SERVIÇOS

    GESTÃO

    · Administração de Condomínios

    • Administração de Prédios
    • Gestão de Condomínios
    • Gestão Administrativa
    • Gestão de Representação
    • Gestão de Manutenções
    • Gestão Jurídica
    • Gestão Interna de pagamento de contas

    MANUTENÇÃO

    Realize as suas manutenções com técnicos especializados e com máxima garantia.

     

    • Manutenção a Elevadores
    • Manutenção Eléctrica Predial
    • Manutenção Geral de Edifícios
    • Manutenção a Ar-condicionado
    • Limpezas do Edifício 
    • Limpezas de Jardins
    • Limpezas de Piscinas 
    • Manutenção de todo o seu Património

    GESTÃO DE OBRAS & FISCALIZAÇÃO

    · A Gestão e Fiscalização de obras inclui fundamentalmente todas as actividades de gestão associadas à fase de execução da obra, assegurando aos Clientes a concretização dos empreendimentos no perfeito respeito pelos respectivos projectos de execução. É garantida essa conformidade gerindo o empreendimento nas áreas funcionais, fundamentais associadas aos Custos, Prazos, Gestão Ambiental, Coordenação de Segurança em Obra (técnicos com Certificado de Aptidão Profissional) e Controlo da Qualidade.

    A DIGIVERSE ANGOLA, LDA tem por objecto a prestação de serviços no domínio da consultoria, elaboração de projectos e gestão de obras, de forma exclusiva e independente directa ou indirectamente.
     

    A DIGIVERSE ANGOLA, LDA, está atenta e acompanha as evoluções do nosso tempo, participando das interrogações das sociedades contemporâneas. Por isso, nos seus projectos, pondera a especialização de aspectos de natureza ambiental e económica, num quadro de diálogo permanente e concretizador com os seus clientes, visando obter ganhos em qualidade de vida.

    FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS

    · Fornecemos e montamos equipamentos

     

    • Elevadores
    • Portas Automáticas de Vidro
    • Portas Rotativas em Vidro
    • Grupos de Bombas de Água
    • Grupos de Bombas de Incêndio
    • Alumínios 
    • Vidros de Grandes Dimensões
    • Casas Modulares
  • INFORMAÇÃO

    ANO DE FUNDAÇÃO

    2011

    CLIENTES

     

    +25

    OBRAS PROJECTOS

    +20

    FUNCIONÁRIOS

     

    25

  • CONTACTOS

    Morada - Rua S/14 | Condomínio Vila Sol | Casa 03 | Talatona

    Tel. - (+244) 943 022 429

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  • NOTÍCIAS

    Notícias do Mundo do Imobiliário

    Luanda: actividade do mercado imobiliário em baixa

    17 de Fevereiro de 2017

    A oferta de escritórios e de habitação em Luanda tem vindo a adaptar-se à nova realidade do mercado imobiliário em Angola, conclui a mais recente análise de mercado produzida pela Proprime, numa análise breve ao desempenho do sector imobiliário angolano em 2016.

    A conjuntura económica adversa - marcada pela queda do preço do petróleo, instabilidade cambial e desvalorização do kwanza – atingiu fortemente o mercado imobiliário, que, em 2016, assistiu de forma mais evidente a uma redução da actividade. A procura de imóveis voltou a decrescer, afectada em particular pela menor actividade de empresas multinacionais no país, e as novas quedas sentidas quer no volume de transacções quer nos preços e rendas.

    Aumento da procura doméstica

    Face a este novo ritmo e a um novo paradigma em que a procura doméstica ganha força, a oferta de escritórios e habitação em Luanda tem procurado mecanismos que permitam escoar quer os produtos já existentes quer os que estão em construção. No caso dos escritórios, uma das tendências que reflete este ajuste é o facto de os espaços novos já não serem entregues em bruto e incluírem agora níveis de acabamentos como o piso técnico. No caso da habitação, os novos empreendimentos estão já a apostar na oferta de apartamentos com tipologias maiores e áreas mais generosas, tendo em conta a maior apetência do público nacional por este tipo de produto.

    “Os produtos imobiliários são cada vez mais ajustados à nova realidade de um mercado que continua a sentir o forte impacto das condicionantes económicas que afetam o país. Numa altura em que muitas empresas multinacionais reviram os seus planos de investimento e operação em Angola, o mercado doméstico tem ganho crescente relevância na absorção dos produtos imobiliários, que, neste contexto e face à instabilidade cambial, são encarados como um activo de refúgio para muitos pequenos aforradores particulares e também para muitas empresas, que procuram adquirir os espaços que ocupam em vez de os arrendarem”, explica Valdire Coelho, Director Executivo da Proprime.

     

    Absorção lenta

    De acordo com o “Flash – Mercado Imobiliário Angola 2016”, a absorção de escritórios em Luanda é cada vez mais lenta, em resultado da menor actividade económica e de um abrandamento nos planos de investimento das empresas estrangeiras. Do lado da oferta, embora não sejam lançados novos projectos, os que se encontravam em construção mantiveram o seu plano de desenvolvimento, o que fez com que as rendas médias no CBD de Luanda descessem cerca de 20% em 2016, para os 80 USD/m2 (75,2€/m2). Também os preços médios de venda dos escritórios caíram, recuando 10%, para os 6.400 USD/m2 (6020€/m2), entre 2015 e 2016.

     

    Habitação: preços descem

    Na habitação, a quebra da actividade económica e, em concreto das multinacionais, volta a ser evidente. Uma das principais franjas de procura de habitação em Luanda eram os expatriados quadros destas empresas, com as tipologias de menor dimensão a serem as mais procuradas. Já no actual quadro de procura residencial, os nacionais ganham expressão e as tipologias maiores são as preferidas. Os preços médios de venda dos apartamentos em Ingombota desceram 10% em 2016 para os 5.670 USD/m2 (5.333€/m2) e também as moradias em Talatona têm vindo a corrigir em baixa, com uma descida de 9,5% nos preços para os 4.093 USD/m2 (3.850€/m2).

     

    Baixa a ocupação hoteleira

    A Proprime analisa ainda o mercado hoteleiro, sublinhando uma vez mais o impacto da crise económica na performance do segmento. Num mercado em que o grosso do turismo continua a ser motivado pelo segmento de negócios, o número de turistas estrangeiros tem apresentado uma tendência de queda acentuada nos últimos anos, com os reflexos óbvios nas taxas de ocupação da hotelaria em Luanda. Em 2016, a hotelaria na capital registou taxas médias de ocupação em torno dos 40%, quando nos últimos anos, este indicador se situava entre 80 a 85%. O valor das diárias médias registou igualmente descidas de entre 20 a 25% em todas as categorias, com a hotelaria de 5 estrelas a apresentar, ainda assim, diárias médias de 380 USD/noite (358€/noite) em 2016.

    Para Valdire Coelho,“o mercado imobiliário angolano enfrenta, sem dúvida, sérios desafios neste momento, especialmente nos segmentos de habitação e de escritórios e, com especial foco, em Luanda. Mas para aquele gestor, “temos que saber olhar para o mercado e perceber que este continua a oferecer outras grandes oportunidades, ainda que num contexto com características diferentes. Outros segmentos, outras localizações e um novo tipo de desenvolvimento imobiliário abrem novas janelas de oportunidade”.

    A título de exemplo, a indústria, a logística e as grandes obras de infraestruturas são um desígnio nacional, o que poderá gerar negócios muito interessantes para o sector imobiliário, assim como o desenvolvimento regional, já que há cada vez mais coisas a acontecer fora de Luanda”, conclui o novo Director Executivo da Proprime.

    Valdire Coelho, é desde 1 de Fevereiro, Director Executivo da Proprime, cargo que assume em substituição de Francisco Barros Virgolino, que passa a integrar a Prime Yield em Portugal. Valdire Coelho exercia funções na Prime Yield em Portugal no Departamento de Avaliações, tendo desenvolvido um percurso profissional que passou também pela área de consultoria de engenharia. De nacionalidade Angolana, possui uma licenciatura e um mestrado em Engenharia Civil, ambos pelo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.

     

     

    Sector imobiliário empobreceu 90 por cento

    21 de Setembro, 2018

    O mercado imobiliário do país perdeu 90 por cento dos investimentos, entre os anos 2014 e 2016, informou o secretário da mesa da Associação dos Profissionais Imobiliários (Apima), Massada Culembala.

    Antes da crise que o país vive, o ramo imobiliário privado manteve-se forte nos anos 2010-2013, época em que a procura e a oferta foram inevitavelmente maiores, impulsionadas pela produtividade do sector petrolífero, que facilitou mais investimentos entre os profissionais do mercado e seus parceiros e, em particular, entre o Estado e a banca.
    Em entrevista ao Jornal de Angola, Massada Culembala informou que a decadência do mercado imobiliário reduziu bastante a procura, culminando com a paralisação de muitos projectos habitacionais. No caso particular de Luanda, segundo o especialista, estão paralisadas mais de 300 obras habitacionais no mercado imobiliário privado, resultante do baixo rendimento entre os promotores, mediadores e a banca, sobretudo, no que diz respeito ao crédito malparado, aumento de juros e cancelamento de financiamento. Massada Culembala contou que outros factores que influenciam o fraco desempenho do sector imobiliário são o cancelamento de financiamentos por parte dos bancos e a incursão de um número significativo de mediadores do mercado não profissional. Segundo o profissional, as obras inacabadas empataram 50 por cento do crédito bancário, o que fez com que o fi-nanciador não disponibilizasse mais parcelas para a conclusão das mesmas.
    O sector bancário continua a ser o principal elo de ligação entre os promotores e os mediadores do mercado imobiliário público e privado. Porém, o perito Massada Culembala explica que, antes, os bancos disponibilizavam créditos para a construção de residências. “Infelizmente, com o aparecimento da crise económica e financeira e com um bom número de obras inacabadas, tudo culminou com créditos malparados, o que impede a execução de novos financiamentos”, admitiu.
    Segundo evidencia, para a execução de projectos residenciais, deve cumprir-se alguns requisitos, como aquisição de terreno, arquitectos para desenhar o esboço, construtora e, por último, a banca como principal financiador. “Logo, sem a participação da banca, o promotor não consegue desenvolver nenhum projecto”, assinalou.
    Para a melhoria do ambiente de negócio no sector, Massada Culembala disse que o Estado, a banca e a Apima devem traçar parcerias estratégicas, com o objectivo de se dar uma nova dinâmica ao sector e encontrar-se soluções para os projectos por terminar, seja públicos seja privados. “Isto porque, com as obras paradas, o promotor e os bancos ficam prejudicados, uma vez que parte do financiamento investido também fica paralisado”, alegou.

    Estado
    O Estado é o principal regulador e mediador no sector imobiliário do país, tendo em conta as suas responsabilidades acrescidas. Nesse quadro, Massada Culembala quer que o Estado intervenha no mercado, definindo quem deve promover os projectos habitacionais e quem deve fazer o papel de mediador e consultor imobiliário.
    Especialista em Direito Imobiliário, Massada Culembala é também avaliador em activos vivos e mortos e exerce, actualmente, a função de di-rector-geral das empresas Dikilama e Diakumbo Imobiliária. Numa primeira fase, o especialista aconselha que o Estado, enquanto entidade reguladora, atribua a carteira profissional aos promotores mediadores e exija que os mesmos estejam associados à Apima.
    Para Massada Culembala, o processo de atribuição de carteiras profissionais resultaria na diminuição de fraudes, burlas e falsos profissionais no mercado. “Devemos evitar que erros do passado voltem a acontecer entre os mediadores, promotores e clientes, como é o caso específico do Projecto Bem Morar, entre outros de carácter público”, relatou.
    O representante da Apima informou que a província de Luanda tem perto de 10 mil promotores não associados, que exercem actividades no sector imobiliário, resultando, muitas vezes, em burla na compra e venda de imóveis.
    “E necessário inverter o imediatismo, para se disciplinar os actores do mercado imobiliário angolano, que cresce desordenadamente”, aconselhou. Massada Culembala alerta os cidadãos interessados na aquisição de terrenos ou de residências a dirigirem-se à Apima, para lhes serem indicados os verdadeiros profissionais do sector capazes de auxiliar no processo de compra ou venda.
    A Associação dos Profissionais Imobiliários dispõe, também, de um departamento jurídico, que permite proteger ou sancionar associados ou clientes que não cumprirem com as regras estabelecidas.
    Segundo Massada Culembala, quando o Estado zela pelos bens públicos, os processos correm claramente e sem constrangimentos. Como exemplo, Massada Culembala realçou a imobiliária Imogestin, empresa dedicada ao negócio da promoção, mediação e gestão de empreendimentos imobiliários e fundadora da Apima, a quem o Es-tado delegou e confiou para promover projectos habitacionais e sociais das novas centralidades implementadas a nível das províncias.

    Zonas de maior acesso
    O actual gestor das empresas imobiliárias Diakumbi e Dikilama disse que, no período que vai de 2017 ao primeiro semestre de 2018, a procura aumentou de 10 para 15 por cento, mas somente fora do centro da cidade. Massada Culembala disse que as zonas mais procuradas são os municípios de Viana, Belas e Talatona, por oferecerem melhor oferta, em termos de preço.
    Actualmente, na zona do Talatona, os preços de uma residência de alto padrão estão em torno de um a cinco milhões de dólares. Já em Via-na, em particular na zona do Zango, as casas andam à volta de dois milhões de kwanzas. Nos últimos cinco anos, a parcela de terreno para a implementação de projectos habitacionais rondou cinco milhões de kwanzas. Hoje, a mesma parcela custa um milhão de kwanzas.

    Financiamento
    Para melhor esclarecimento sobre o processo de financiamento, o Jornal de Angola, contactou o gestor e representante da Abanc, Amílcar Silva, que afirmou que os bancos continuam disponíveis para financiar projectos, mas somente para indivíduos com capacidade de endividamento. Segundo Amílcar Silva, com o surgimento da crise económica, as condições se deterioraram, inclu-indo os salários que, na con-
    juntura, deixaram de ser suficientes, gerando o baixo poder de compra, influenciado pela inflação que ronda os 30 por cento.
    “Logo, o financiamento só é disponibilizado a pessoas que têm capacidade de pagar dívidas”, sustentou Amílcar Silva, acrescentando que outra razão do não financiamento é que grande parte dos indivíduos que pretendem adquirir empréstimos bancários para aquisição de um imóvel já beneficiou de créditos ainda não liquidados. “Enquanto a entidade financiadora não tem retorno do financiamento disponibilizado, não tem como voltar a dar, pois, de contrário e se a devolução não se procede num prazo determinado, a entidade financiadora é forçada a confiscar o imóvel, para recuperar a parcela injectada num determinado projecto”, frisou.

    Amílcar Silva afirma que o sector imobiliário privado não consegue comercializar as residências, porque continua a implementar preços excessivos, o que impossibilita ao cidadão a sua compra. Na sua visão, a paralisação de muitos projectos promove, também e muitas vezes, o crédito malparado, que actualmente ronda os 30 por cento.

    Renda resolúvel
    Amílcar Silva apela aos promotores do sector imobiliário privado para enveredarem pelo sistema de renda resolúvel, aplicando preços mais baixos e acessíveis, para facilitar a população economicamente activa.
    Para o gestor bancário, o sistema de renda resolúvel é a forma mais correcta para inverter o quadro no sector, já que esta forma de pagamento oferece como vantagens um valor fixo, sem taxas de juros, que um cidadão pode pagar, com menos pressão, a longo prazo. “Caso os promotores implementem este sistema, vai diminuir-se o número de obras paradas e a possibilidade de se aceder novamente ao financiamento bancário, para a efectivação de mais projectos”, sublinhou Amílcar Silva, que apela por uma maior reflexão sobre o sistema de pagamento aos profissionais do sector privado, já que a concorrência aumentou, com a construção de novas centralidades do Estado, que muito facilitam, hoje, a vida dos cidadãos.
    “A renda de casa numa centralidade tem em conta pressupostos que o sector privado não possui, assim como a renda resolúvel é um sistema mais viável para o crédito bancário”, esclareceu Amílcar Silva.

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